(Caio F. de Abreu)
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Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o (Caio F. de Abreu) |
‘‘is where youll find me’’
quinta-feira, 27 de janeiro de 2011 @ 11:20
Imagine, hipoteticamente, a seguinte situação: você está no seu quarto, às três e pouco da manhã. Com o fone de ouvido super potente no máximo, assim como o som do notebook/computador/whatever. Ao som de Dani California, do Red Hot Chili Peppers (e se você não sabe quem eles são, vaza daqui; quero gente com cultura lendo isso, hm? BRINKS). Aí tá, a sua casa inteira está no escuro, e você ali cantando os trechos de "California, reeeest in peeeeace, simuuuultaneeeeous releeeease!" E se preparando para os solinhos de guitarra imaginária - porque você é pobre demais e nem sabe tocar guitarra. E aí, começa o refrão que antecede os solinhos e você cantando alto, porque mesmo quando você grita dentro do seu quarto, a sua mãe no quarto ao lado não escute, porque o quarto é meio que um "isolador". E de repente... BAM! Você sente alguma coisa puxando seu pé. O seu primeiro pensamento é que algum ser do plano astral acima do seu voltou porque resolveu se vingar, ou que o "vermelhinho" resolveu te dar um susto. Você começa a tremer feito um chiuaua (sim, aquele tipo o da Paris Hilton). Aí, você vê que é o ser mais assustador de todos os tempos: a sua mãe. Porque ela ficou tentando te chamar, e como você estava mais concentrada nas conversas do MSN e na música, não prestou atenção nela. Pff. Cutucar pra que né? Puxa o pé, porque a vítima só vai pensar "ah, é minha mãe". O legal é quando ela sai do quarto rindo da sua cara. Sem mais. |
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1 Comentários:
Realmente , mães assustam as vezes. ♥
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