(Caio F. de Abreu)
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Tomara que a gente não desista de ser quem é por nada nem ninguém deste mundo. Que a gente reconheça o (Caio F. de Abreu) |
‘‘is where youll find me’’
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011 @ 07:49
Ele se afastava. Ou talvez ela criasse a barreira ao seu redor e provocasse tal situação. Não foram apenas uma ou duas vezes. E sim incontáveis. Começos diferentes, mas com os mesmos finais dolorosos. Certo dia, ela olhou ao redor. Ele havia sumido. Ele havia lhe dado adeus e ela sabia que, dessa vez, seria difícil vê-lo de novo. Durante certo tempo, havia se sentido sozinha. Como se o mundo fosse cruel o suficiente para não conseguir reerguer-se. Mas o mundo era cruel, ela tinha certeza. No entanto... Quem disse que ela não poderia ser mais cruel que o próprio mundo? |
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